quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Portugueses continuam a optar pela compra de casa



A procura e oferta do mercado imobiliário ainda mantêm as características das décadas passadas. Os portugueses procuram casas usadas e preferem a compra. Já o arrendamento tem vindo a descer nas preferências das famílias e os apartamentos continuam também a ser os mais desejados.

Do lado da oferta as tendências são semelhantes, mais apartamentos usados. De acordo com o Market Outlook de Agosto de 2014, do Gabinete de Estudos da APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, as casas usadas para venda representam 58,71% da oferta do mercado imobiliário, enquanto as novas apenas 27,55% e em construção encontram-se apenas 4,98%.


Quanto a valores de venda em média vão dos 45.000 euros por um T1 aos 130.000 por um T5 relativamente aos valores mínimos aos 180.000 euros por um T1 aos 1.300.000 euros por um T5 nos valores máximos.

 
Foram os apartamentos com valores entre os 75.000 e os 125.000 euros que mais foram comercializados (37,81%), seguidos dos que apresentaram valores entre os 125.000 e os 175.000 euros (22,61%).


Relativamente aos valores médios praticados na oferta de apartamentos para arrendamento verificaram-se em média entre os 230 (valor mínimo) e os 800 euros (valores máximos) para o T1 e os 300 (valor mínimo) e os 1.700 euros (valor máximo) para os T3.


As casas que apresentaram valores entre os 300 e os 500 euros foram as que mais se arrendaram com uma percentagem de 44,14 do mercado de arrendamento.


Quanto à procura como já foi referido, a compra de apartamentos dominaram representando 55,95% das pesquisas no portal da CasaYes. Já o arrendamento tem vindo a cair nos últimos meses deste ano, se em Janeiro representava 42,85% da procura em Junho era de 37,82%.

Quanto a valores para venda os mais procurados foram os apartamentos entre os 75.000 e os 125.000 euros representando 30,63% das pesquisas e no arrendamento foi para casas com valores entre os 300 e os 500 euros (37,66%).


Números que mostram que o mercado imobiliário continua a mexer.



Fonte: Diário Imobiliário e Imonews Portugal

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